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DATABASE MARKETING
O que é Database Marketing
Base de dados qualificada de clientes e prospects, que permite
maior efetividade nas ações de venda e no estabelecimento
de relacionamento com os clientes.
Cenário Competitivo para a Indústria
Jornalística
Fragmentação do mercado de massa
mercado de massa para mercado de nichos
proliferação de produtos de acordo com a demanda
dos consumidores
Efetividade das mídias
anunciantes demandando mídias mais eficazes e eficientes
anunciantes procuram mídias mensuráveis
Desintermediação
anunciantes utilizando novas tecnologias de marketing para estabelecer
contatos diretos com seus clientes, entre elas o DBM.
Impacto para os jornais
declínio de receitas publicitárias
erosão da audiência
Competidores Principais
TV à cabo
marketing direto
Internet
Objetivos do uso do DBM na Indústria
Jornalística
Melhorar a produtividade da força de vendas, através
da identificação dos melhores prospects
Melhorar relacionamento com os assinantes, pelo reconhecimento
de sua individualidade
Aprimoramento dos produtos e serviços
Planejar o lançamento de novos produtos para assinantes
Reforçar ações de fidelização
da base de assinantes
Melhorar a eficácia dos anunciantes, no esforço de
atingir seus clientes
Achar novas oportunidades de negócios
Principais Benefícios com o uso
do DBM
Menores custos com vendas de assinaturas
Fidelização dos assinantes
Aumento de receita com a geração de novos produtos
para assinantes
Possibilidade de cross-selling
Aumento da receita com a geração de novos produtos
para anunciantes
Medição do resultado de ações de venda
Teste de novas alternativas e abordagens de comunicação
Reforça a imagem da marca. Aumento do valor do negócio
Melhorar o atendimento ao assinante
Obtenção de informações estratégicas
que permita observar tendências
Examinar hábitos e ciclos de compra de seus clientes, bem
como preferências por produtos
Determinar quem não são seus clientes
Estimar demanda corrente e futura por produtos existentes
Os 10 erros na construção
de um DBM
1. Construir um DBM sem um planejamento claro do seu uso
2. Querer fazer da forma mais barata possível
3. Ignorar a regra: "Mantenha-o simples"
4. Fazer tudo em casa
5. Usa-lo para a venda em massa de itens muito baratos
6. Demorar muito a botar o programa no ar
7. Não envolver toda a empresa no programa
8. Uma vez implantado, esquece-lo
9. Não medir os resultados
10. Esperar o seu concorrente fazer primeiro para então
fazer melhor
Os principais passos na criação
de um DBM
- Planeje inicialmente todas as ações que serão realizadas
oriundas do DBM, tais como:
a) vendas de assinatura
geração de mailings segmentados com scripts
específicos para abordagem aos prospects
b) programas de fidelização/retenção
oferta de assinaturas e produtos agregados
mailings nas diversas fases do ciclo de vida da assinatura
programas de recuperação de assinantes
c) programa para anunciantes
geração de mailings dirigidos com ofertas
de produtos para assinantes e não-assinantes
distribuição de amostras-grátis
- Faça um inventário de todos os dados que sua empresa possui
dentro de casa sobre os seus clientes: anunciantes PF - classifone, assinantes,
cartas dos leitores, pesquisas de mercado e cartas-resposta.
- Descubra que outros dados serão necessários para o enriquecimento
do DBM: dados demográficos, psicográficos, estilos de vida,
hábitos de consumo, comportamentos etc.
- Adquira mailings externos para enriquecimento da lista de prospects
e qualificação complementar dos dados de clientes.
- Produza um formulário para pesquisa de dados complementares para
resposta via correio e distribua-o para os clientes atuais.
Os principais passos na criação
de um DBM
- Crie a base de dados para uso do DBM (software proprietário
ou desenvolvimento específico).
- Após qualificação complementar da base de clientes,
faça a segmentação da mesma, através da utilização
de softwares específicos para tal.
- Calcule o churn, índices de retenção e lifetime
value, para cada segmento identificado, levando em consideração
também demais variáveis conhecidas (planos comerciais etc.)
- Trace planos de ação para cada segmento identificado,
de acordo com os resultados apurados.
- Venda o programa internamente para que o mesmo tenha apoio das áreas
usuárias.
- Execute os planos e meça os resultados, fazendo os ajustes necessários.
Manutenção do DBM
A operação de um DBM exige manutenção
constante, através das seguintes atividades:
remessa do formulário de levantamento de dados para todo
novo assinante (ou levantamento via Internet)
complementação de dados por ocasião de todo
o contato do assinante com a empresa
realimentação contínua do DBM a partir dados
transacionais dos sistemas de assinaturas e publicidade
aquisição de mailings externos
as próprias ações geradas pelo mesmo devem
gerar registro
Dicas na utilização do
DBM
Combine audiência, oferta e mensagem
Empacote comunicação com informação
útil
Prometa um benefício
Obtenha resposta
Promova flexibilidade e agilidade
Envolva a audiência na comunicação
Construa relacionamento com os clientes
Teste! Teste! Teste!
Características/Valor dos dados
de um DBM
Dados que medem comportamento são mais valiosos que dados
demográficos. O valor para o marketing dos dados depende
de:
Especificidade: dados individuais são melhores que dados
agregados de grupos de indivíduos.
Relevância: os melhores dados se referem aqueles oriundos
de transações comerciais.
Visão histórica: dados históricos permitem
projetar tendências.
Riqueza: quanto mais dados de valor, melhor.
Modelos de Segmentação
de Dados
Os dados de um DBM podem ser segmentados pelas seguintes dimensões:
Freqüência: total ou número médio de transações
em um determinado período de tempo.
Recência: o tempo desde a última transação.
Valor: total ($ ou quantidade) da atividade comercial.
Categoria: tipos de produtos envolvidos nas transações
comerciais.
Otimização de Contatos
pelo DBM
1. Freqüência dos contatos
Os melhores segmentos devem ser mais contactados.
2. Meio de contato (telemarketing, mala-direta)
Planejar segundo sua efetividade e custo. Procurar os mais rentáveis.
3. Oferta de produtos e serviços
Conhecendo quando/como os consumidores usam os produtos/serviços
e o que os motivam a comprar, permite melhores previsões de o que/quando
ofertar.
4. Tom
Conhecendo mais acerca de atitudes e estilos de vida, ajuda a posicionar
o produto/serviço e a atender melhor cada segmento de cliente.
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